31.10.2014
Autor: Box1824

COMPUTADOR DE ENGOLIR

Lembrar de tomar o remédio, fazer exames periódicos ou ter de picar o dedo para medir a glicose do sangue de diabéticos podem em breve transformar-se em atitudes do passado. É para isso que trabalham cientistas de vários laboratórios pelo mundo especializados em computadores implantáveis. Uma nova geração desses aparelhos já começa a receber a aprovação de órgãos de regulação para que sejam “instalados” em nós. A expectativa é que esse mercado, que cresce rápido, chegue a US$ 24,8 bilhões em 2016, de acordo com a empresa de pesquisa BCC Research.

Este é mais um avanço da tecnologia wearable, que agora não será apenas vestível, mas parte de nós. Não podemos esquecer que esses aparelhos implantáveis são todos descendentes diretos do marca-passo, usado com sucesso pela primeira vez na Suécia, em 1958. A diferença é que hoje eles atingem formas que permitem um nível inédito de integração com o corpo, possibilitando mais funções. Com isso, a perspectiva é de, no futuro, não apenas oferecer melhores tratamentos, mas também incrementar algumas habilidades do nosso corpo. Seremos super-humanos.

Clique aqui para ler o artigo completo no site da Galileu.

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