30.04.2015
Autor: Box1824

Seriam os emojis a linguagem universal?

Criado no Japão no final dos anos 1990, o emoji – palavra japonesa formada por e (“figura”, picture), mo (“escrita”, writing) e ji (“sinal”, character) – começou a se popularizar na cultura ocidental por volta de 2009, logo depois de ser incorporado aos iPhones pela Apple. Sete anos depois de darem as caras (literalmente) no teclado dos smartphones ocidentais, eles são considerados uma espécie de idioma universal pela Geração Z. Seria o emoji um esperanto que deu certo?

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Como pictogramas, os emoji são usados para transmitir emoções, substituir um objeto ou sugerir ideias abstratas construídas de acordo com o contexto social e cultural. Porém, as especialistas em ciências da linguagem Renata da Fonte e Roberta Caiado não acreditam nos emoji como uma linguagem: “Eles podem substituir, complementar ou enfatizar o texto escrito, e ainda representar a gestualidade corporal e facial presente nas interações face a face, mas não vemos nenhum potencial no emoji para tornar-se um idioma, muito menos universal”. Benenson concorda: “Vejo o emoji mais como uma forma alternativa de expressão do que como mera substituição”.

Apesar de ser obviamente um usuário convicto de emoji, Benenson também acha que nem sempre eles nos representam bem. “Como você expressaria a frase ‘isso depende’ em emoji?

Leia mais no artigo da revista Galileu.

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